Da falta de paciência
Eu não sei se tenho paciência. Acho que não. Já me disseram que eu sou muito boazinha e tolerante. Isso eu sou mesmo. Mas também já me disseram que o meu pavio é curto e eu estouro assim, sem mais nem menos. Isso eu faço também.
Uma das coisas que mais me irrita nesse universo (tirando muitas outras) é especulação. Aff, quer me tirar do sério, comece a especular! Eu quero morrer com isso. Ou matar quem faz isso. É patético, ridículo, pra não dizer desnecessário e até perda de tempo, ficar se preocupando ou falando daquilo que não se tem a menor idéia se vai ou não acontecer. Se é ou não é. Primeiro saiba, se informe; depois debata o assunto.
O pior, ha!, não é isso. O pior é quando a especulação vem naquele formato "chochicho pelos cantos", como se um grande segredo de Estado estivesse sendo revelado. Como se estivéssemos todos à beira de um bombardeio; como se o telhado de casa fosse ruir a qualquer momento. Sabe, segredos de família? É nesse estilo a especulação que mais me irrita. Porque ela tende a ser falsa em quase todos os casos. Porque ela tende a ser um fator de estresse a mais e, convenhamos, famílias já se estressam demais apenas com os problemas diários.
Por isso, não tenho paciência para esse tipo de coisa. Se acha que é, confirme antes. Tire a prova. "Ah, mas..." não funciona comigo. E enquanto não souber, não fale. Esse é um dos momentos em que a máxima "O silêncio é de ouro" vale muito.
(e é semana de TPM)
sexta-feira, março 07, 2008
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