Vai, Hamilton!
As meninas aqui do trabalho não são muito ligadas em esporte. Na direção oposta disso, estou eu. Quer dizer, não dá para comparar a minha vontade de ver um jogo de futebol, ou uma corrida de Fórmula-1, com a do namô/marido, por exemplo - é óbvio que ele é bem mais fanático que eu. Mas eu assisto, sim. E torço, na maior parte das vezes.
Tudo bem que eu dormi durante a corrida no Japão, que aconteceu na madrugada de sábado para domingo passado; mas, lá no fundo do meu inconsciente, Hamilton estava na cabeça. Sim, ele não me saiu do pensamento na semana que antecedeu o Grande Prêmio. Fiz uma mentalização forte, buscando o único resultado que me interessa quando o assunto é ele: a chincane. Yep, quero mais é que o Hamilton se ferre!
Poderia falar de inúmeras e irrelevantes razões para isso. A verdade é que eu não fui com a cara dele desde... desde sempre. Some-se a isso o fato de que ele é um moleque inconsequente, que se acha o espertão da F-1... pronto, a receita do meu ódio está pronta.
É claro que eu sei que ele é um ótimo piloto. Assim, de elite. E, se levar o prêmio (isso NÃO vai acontecer!), eu sei que ele vai ter merecido. Mesmo assim, essa pose de moleque sabe-tudo que ele sempre veste quando entra na pista, me irrita. Eu sou antiquada; ousadia e ambição não são nada sem sabedoria e experiência. E ele ainda precisa comer MUITA poeira para ser um verdadeiro campeão.
O trabalho mental funcionou, aliás.
P.S.: É tão moleque que depois vem chorando as mágoas na imprensa. Falar que o Massa bateu nele de propósito pode; mas falar do que ele fez com o Raikkonen na largada, aí não vale!
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